Economia

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No primeiro semestre de 2015 o saldo foi superior em 77% se comparado com o mesmo período de 2014. O que contribuiu para isso foi o aumento de 30% nas exportações, mas também a redução de -46% nas importações.

Confirmando a vocação agrícola do Tocantins, 98% das exportações são de produtos básicos e apenas 2% de produtos industrializados. Oleaginosas/grãos (81%) e carnes e miudezas comestíveis (17%) são os dois principais produtos, sendo que o primeiro teve um aumento de 46% no valor exportado se comparado com o mesmo período de 2014.

Obras de cestaria, algodão, produtos químicos inorgânicos, abacaxis frescos ou suco e confecções são os demais produtos exportados pelo Tocantins e equivalem a 2% da pauta do estado, que tem mais de 30 parceiros comerciais nas exportações. Seus produtos são comercializados com os principais blocos econômicos do mundo.

No primeiro semestre de 2015 os principais destinos dos produtos tocantinenses foram   a China (43%), Espanha (16%), Arábia Saudita (6%) e Rússia (5%). Em termos de bloco econômico o maior parceiro é a Ásia (51%), seguido da União Europeia (28%).

Já nas importações ocorre o inverso das exportações, apenas 2% dos produtos são básicos, enquanto 98% são de produtos industrializados. Desses, 10% são produtos semimanufaturados e 90% manufaturados. Mais de 63% dos produtos importados pelo Tocantins são originários da China (34%) e dos EUA (29%). O restante das importações tem origem em países da União Europeia e da Ásia.

Comparando os dados de 2015 e 2014, o Tocantins reduziu as importações dos produtos oriundos dos EUA (-72%), China (-28%) e Israel (-27). Entretanto, aumentou a importação de produtos do Peru (472%), especialmente devido a importação de fosfato de cálcio.

"Os números do comércio exterior do Tocantins tem apresentado constante crescimento, e mesmo com uma pauta exportadora pouco diversificada tem ocorrido a inserção de novos produtos no mercado externo. Além disso, boa parte das importações são pautadas em equipamentos para renovar e fortalecer o parque industrial e da agroindústria do Tocantins” explica a gerente do CIN da Fieto, Greyce Labre. (Ascom Fieto)

Por: Redação

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