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Os servidores do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e sindicatos realizam ato de protesto nesta quinta-feira (23), na Av. Joaquim Teotônio Segurado, em frente à reitoria do IFTO.

O ato na capital segue as orientações do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef)e tem objetivo de contrapor o retrocesso imposto pelo governo após inúmeras rodadas de negociações.

Segundo os Sindicatos, grande parte do funcionalismo havia acatado a proposta do governo já fechada em reajuste de 10,8% em dois anos, com pagamento a partir de 1º de janeiro do próximo ano, acontece que o governo surpreendeu a todos ao recuar mudando a concessão do reajuste apenas para agosto de 2016.

Segundo Flávio Mota, representante do SINTSEP-TO, os servidores públicos "não vão pagar o pato da falta governança e credibilidade do governo que não sustenta o que anuncia, o governo fez foi empurrar os servidores para a greve e agora para pagar a conta da crise”, disse

Segundo Jesuino, representante do Sindicato dos Técnicos-Administrativo da UFT (Sintad/UFT), a greve na UFT essa semana completa 120 dias sem avanços “não podemos sair da greve sem nada”, afirmou. No IFTO, 70% dos servidores aderiram à greve, estão paralisadas as atividades nos campus: Gurupi, Porto Nacional, Dianópolis, Paraiso do Tocantins, Palmas e Pedro Afonso continuam em greve, afirma o professor Expedito.