Polí­tica

Foto: Divulgação Paulo Mourão pediu aos deputados a aprovação por unanimidade do requerimento Paulo Mourão pediu aos deputados a aprovação por unanimidade do requerimento

A Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade na manhã desta quinta-feira, dia 1º de setembro, o requerimento que definiu a data do dia 14 de setembro para realização da Audiência Pública que convoca os secretários da Fazenda, Planejamento e Administração para discutir com representantes dos sindicatos dos servidores uma solução para greve iniciada dia 9 de agosto. De acordo com conversas do deputado Paulo Mourão (PT) com os secretários, o governo deverá apresentar uma proposta aos sindicatos a fim de que haja um acordo para o fim da greve.

O deputado estadual Paulo Mourão (PT) destacou antes da votação que havia conversado com os representantes dos sindicatos, os quais haviam concordado em aguardar até dia 14, em função de que na primeira data proposta, dia 6 de setembro será véspera de feriado, podendo não haver quórum, sem contar que os secretários também já tinham compromissos agendados anteriormente na mesma data. “Se não for através do diálogo e da compreensão não teremos solução a esse impasse, o que não é possível é ficar sem proposta à classe trabalhadora pública do estado”, destacou.

Paulo Mourão usou a palavra para pedir aos deputados a aprovação por unanimidade do requerimento definindo a data do dia 14 para a audiência pública, uma vez que já havia a concordância dos representantes dos sindicatos. Segundo ele, na audiência pública o governo deverá apresentar o resultado quadrimestral das contas e a proposta de entendimento com a classe sindical. Com a aprovação de consenso do requerimento, fica a expectativa de que na audiência pública que está marcada para às 10 horas do dia 14, quarta-feira, governo e servidores, com o apoio da Assembleia Legislativa, entre em acordo para pôr fim à greve. “O meu papel tem sido de mediador, pacificador, de buscar diálogo entre as partes, pois somente através do diálogo conseguiremos a solução para os conflitos”, frisou Paulo Mourão.