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A procuradora regional dos Direitos do Cidadão, Ludmila Ribeiro, recebeu na tarde desta terça-feira, 17, integrantes da Comissão Permanente de Seleção (Copese) responsáveis pela realização do vestibular 2010/1 da Universidade Federal do Tocantins, que foi motivo de queixa de um vestibulando a respeito de envelopes contendo provas que estariam abertos. Todo o material, entre provas aplicadas e atas das aplicações, está lacrado e só será aberto na presença de um auditor externo.

A procuradora foi informada que uma sindicância foi aberta para apurar quaisquer possíveis falhas que poderiam culminar com o vazamento de informações, e também recebeu explicações sobre os três sistemas de segurança aos quais são submetidas as avaliações. O primeiro é um envelopamento com plástico, realizado no ato de impressão da prova. Depois, estes envelopes plásticos, com a quantidade de provas por sala previamente separadas, são colocadas em um malote, selado com dois lacres numerados. Esta proteção, que é mais física e busca evitar abertura dos envelopes plásticos durante o transporte, é que foi o motivo da reclamação. E ainda há uma terceira proteção, que é um malote maior também destinado ao transporte.

'Tudo indica que não houve vazamento de conteúdo dos envelopes. Quando os vestibulandos reclamaram e o malote foi recolhido, foi também verificada a integridade dos envelopamentos, e então as provas foram novamente encaminhadas à sala. A UFT não dispunha de outros envelopes com provas a serem aplicadas', disse. Mesmo com as informações, um procedimento administrativo foi instaurado na PR/TO, que agora aguarda o resultado da sindicância para ter prosseguimento.

Fonte: MPF-TO

Por: Redação

Tags: Copese, Ludmila Ribeiro, MPF, UFT