Polí­tica

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Pouco antes do início do último debate eleitoral deste ano, tanto a coligação Força do Povo, quanto a Tocantins Levado a Sério armaram seus telões para que as militâncias acompanhassem o embate de idéias entre os candidatos ao governo do Estado na sede da Organização Jaime Câmara.

A coligação do governador e candidato à reeleição, Carlos Gaguim (PMDB) montou, inicialmente sua estrutura em frente ao anexo II da Secretaria Estadual da saúde, na avenida LO 2. Já a aliança em torno da candidatura de Siqueira Campos (PSDB) deixou um trio elétrico com um telão dentro da quadra 104 norte.

No entanto, um fato chamou a atenção antes do início do debate eleitoral. Enquanto os a militância e eleitores de Siqueira aguardavam para que os candidatos debatessem suas idéias, um grupo formado por agentes da Polícia Federal e fiscais da justiça eleitoral solicitou que os organizadores da concentração desligassem o telão e os equipamentos de som armados no local.

De acordo com um dos fiscais do Tribunal Regional Eleitoral, eles estavam cumprindo o acordo firmado entre os advogados das duas coligações para que não houvesse exibição em telões e armação de equipamentos de som a menos de 1000 metros do local onde acontecessem todos os debates. Um dos agentes da Polícia Federal presentes no local destacou que eles iriam realizar a medição para constatar a distância entre a sede da OJC e o local da concentração siqueirista. “Caso não esteja a mais de 1000 metros, nós vamos mandar desligar”, informou o agente.

No entanto, mesmo com a determinação da PF e do TRE, toda a estrutura montada pela TLS continua no mesmo local onde foi armada para a exibição do debate.

Telão da Força do Povo se moveu

A mesma situação aconteceu do lado da coligação de Gaguim. Sua estrutura estava armada a uma distância menor daquela acordada entre os advogados das coligações e com som em volume superior ao permitido após às 22h na cidade.

Na ocasião, a estrutura teve de ser deslocada alguns metros à frente para atender as determinações da justiça eleitoral. Segundo os responsáveis pela montagem de som e imagem do lado gaguista, eles se moveram por determinação da justiça eleitora e da Polícia Federal. “A gente teve que carregar isso nas costas”, informou um dos responsáveis.