Polí­tica

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Como já explicado pelo Conexão Tocantins, nem sempre os candidatos mais votados para cargos legislativos conseguem ser diplomados depois das eleições. Isso ocorre por causa da regra das proporcionalidades imposta pela Lei 9.504, que rege o processo eleitoral brasileiro.

Para a Câmara Federal, este ano, sem surpresas. Os 8 candidatos mais votados foram os que assumiram seus cargos como deputados federais. No entanto, o fator chamado Coeficiente Eleitoral fez suas vítimas na Assembleia Legislativa.

Passada a eleição, foram feitos os cálculos da proporcionalidade e seis nomes com votação para serem eleitos a deputado estadual acabaram ficando de fora da lista dos 24 ocupantes das cadeiras na Casa de Leis.

Ao todo foram 6 candidatos que, por causa do coeficiente eleitoral, ficaram sem mandatos este ano. Nomes como José Viana (PSC), Ricardo Ayres (PMDB) e Palmery Bezerra (PSB) obtiveram votação suficiente para serem eleitos. Contudo, cederam as vagas para outros com votação menos expressiva, como Stálin Bucar (PR), Freire Junior (PSDB) e Raimundo Moreira (PSDB).

Confira abaixo os candidatos que subiram e os que desceram pelo coeficiente eleitoral:

Entraram:

Stálin Bucar (PR) – 11.006 votos

Osires Damaso (DEM) – 10.413 votos

Amália Santana (PT) – 9.085 votos

Freire Júnior (PSDB) – 8.319 votos

Raimundo Moreira (PSDB) – 8.204 votos

Zé Roberto (PT) – 6.542 votos

Ficaram de fora:

Jorge Frederico (PMDB) – 11.750 votos

Ricardo Ayres (PMDB) – 11.383 votos

Elenil da Penha (PMDB) – 10.736 votos

Palmeri Bezerra (PSB) – 9.752 votos

José Viana (PSC) – 9.167 votos

Carlão do Saneatins – (PSDB) – 8.110 votos