Saúde

Foto: Arquivo/ACM-HDO Foto com a equipe médica e diretiva tirada minutos após a cirurgia com um advogado de 55 anos em 13 de fevereiro de 2001 Foto com a equipe médica e diretiva tirada minutos após a cirurgia com um advogado de 55 anos em 13 de fevereiro de 2001

A Unidade de Terapia Intensiva Cardio (UTI-Cardio) e o Instituto do Coração de Araguaina (ICA) completam no próximo domingo, 13 de fevereiro, dez anos realizando cirurgias de ponte de safena e acolhendo pacientes no Hospital Dom Orione (HDO), o maior Hospital filantrópico do Tocantins, localizado em Araguaina (TO).

A primeira cirurgia, dessa categoria em toda a região, aconteceu em 13 de fevereiro de 2001, quando um advogado, de 55 anos, recebeu duas pontes de safena e uma ponte de artéria mamária.

A equipe que realizou o procedimento foi liderada pelo Dr. Henrique Furtado, o único membro tocantinense da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV). Antes, durante e após a cirurgia, o paciente respondeu ao tratamento e obteve uma ótima recuperação na então inaugurada UTI-Cardio. A cirurgia durou cerca de quatro horas, entre o meio-dia e às 16 horas.

UTI

A Unidade de Terapia Intensiva Cardio (UTI-Cardio) começou a funcionar no mesmo dia, por volta do meio-dia, equipada com 10 leitos para atendimento de casos cardíacos e uma equipe de plantonistas 24 horas por dia. Além disso, o Hospital investiu também em modernos equipamentos cardíacos, que saíram o equivalente a cerca de R$ 600 mil. O aparato tecnológico, segundo o coordenador do Instituto do Coração de Araguaína, Dr. Henrique Furtado, não havia nem mesmo em Bauru, interior de São Paulo. Entre os aparelhos comprados, graças a ajuda de convênios.

Depois de um mês da inauguração, cardiologistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) visitaram e avaliaram de forma positiva o Instituto do Coração de Araguaina.

Antes, em Outubro de 2000, os médicos cardiologistas, Dr. Henrique Furtado, Dr. Adalgese Rodrigues Blois e Dr. Reynaldo Pastre, realizaram o primeiro implante de marca-passo em um paciente de 75 anos de idade, com o mesmo tempo de duração daquela de fevereiro. Dois meses após a primeira cirurgia, o Hospital Dom Orione foi credenciado junto ao Ministério da Saúde (MS), o que possibilitou o atendimento através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Assessoria de Imprensa HDO