Polí­tica

“Você agora é mãe de mais de 1.500 filhos, a responsabilidade é grande. Seja bem-vinda à família da UMA”, foi com as palavras da docente Gilda Gomes que a deputada estadual Luana Ribeiro foi surpreendida na tarde desta sexta-feira, 18, ao receber o convite para ser a madrinha da Universidade da Maturidade (UMA).

“É com muito amor, com dedicação que recebo o convite e vou fazer o que pude e o que não puder para defender a UMA. Ser madrinha é muito sério, sei o tamanho da minha responsabilidade. Aceitando o convite, quero lutar, ter alegria, dividir as tristezas e mais do que isso, ver a vida de frente, junto e unidos, de mãos dadas”, agradeceu emocionada Luana Ribeiro.

O convite ocorreu durante aula em que a deputada pôde conhecer um pouco mais do projeto que é coordenado pela Drª. Neila Barbosa Osório, e pelo vice-coordenador e Assessor Técnico, o professor Luiz Sinésio da Silva Neto. “Sendo nossa madrinha, você será a nossa força na Assembleia Legislativa propondo projetos de lei, será mediadora da nossa relação com o governo do Estado”, ressaltou Neto.

“A partir de hoje temos um Ipê Amarelo na Assembleia”, observou Neila ao entregar à deputada o título de Confrade da Universidade da Maturidade. Além da condecoração, Luana Ribeiro recebeu o carinho dos acadêmicos. “A UMA só caminha coma ajuda de vocês. Foi ótimo você ter vindo, ótimo você gostar de velhos. Seja bem-vinda. Obrigada por se juntar a nós”, disse Isomena que foi seguida por Geraldina que leu algumas palavras escritas à deputada.

UMA

A UMA, que está presente em sete pólos distribuídos no Tocantins (Palmas, Gurupi, Porto Nacional, Miracema e região, Tocantinópolis e Arrais) e na Paraíba (Campina Grande) é uma proposta pedagógica, voltada à melhoria da qualidade de vida da pessoa adulta e dos idosos, e visa à integração dos mesmos com os alunos de graduação, identificando o papel e a responsabilidade da Universidade em relação às pessoas de terceira idade. É um espaço de convivência social de aquisição de novos conhecimentos voltados para o envelhecer sadio e digno e, sobretudo na tomada de consciência da importância de participação do idoso na sociedade enquanto sujeito histórico.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Luana Ribeiro