Educação

As escolas estaduais do Tocantins vão receber de março a novembro deste ano a exposição itinerante “João Cândido - A Luta pelos Direitos Humanos”. A mostra, que vai percorrer 23 escolas da rede estadual, é realizada pela Fundação Banco do Brasil e faz parte do Projeto Memória, que tem o intuito de levar ao conhecimento do público a história de brasileiros que contribuíram para a transformação social do país.

A primeira escola a receber a exposição foi o Centro de Ensino Médio Santa Rita de Cássia, localizada em Palmas. Agora é a vez dos alunos da Estadual Vila União, também na capital, conferirem a mostra que será aberta nesta quinta-feira 24 e permanecerá na unidade escolar até o dia 29 deste mês; de 05 a 08 de abril a exposição poderá ser visitada no Colégio Estadual Dom Alano e em após esta data segue para a Diretoria Regional de Porto Nacional.

Os visitantes poderão conferir 16 painéis ilustrados que narram a trajetória do marinheiro João Cândido Felisberto, considerado um dos líderes da 'Revolta da Chibata'. A exposição é um resgate histórico da sua paixão pelo país, destacando a participação que teve em um dos momentos mais importantes da Marinha Brasileira, quando o navio de guerra Minas Gerais foi considerado o “mais poderoso do mundo”, em meados de 1910.

Além das 23 escolas que abrigarão a exposição outras 130 vão receber kits pedagógicos com almanaques, guias e DVDs relatando a história de João Candido. Ao todo serão beneficiadas com o projeto 153 escolas no Tocantins.

Projeto Memória

O Projeto Memória que é realizado desde 2004, pela Fundação Banco do Brasil em parceria com a Petrobras e o Ministério da Cultura, homenageia a cada ano, uma grande personalidade com o objetivo de resgatar e preservar, pensamento, obra e fatos de pessoas que contribuíram para a transformação e construção da cultura brasileira.

Nas edições anteriores, foram homenageados o poeta Castro Alves, o escritor Monteiro Lobato, o jurista Rui Barbosa, o navegante Pedro Álvares Cabral, o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o sanitarista Oswaldo Cruz, o sociólogo Josué de Castro, o educador Paulo Freire, a feminista Nísia Floresta, o Marechal Cândido Rondon, além do poeta Carlos Drummond de Andrade.

Fonte: Assessoria de Imprensa/ Seduc