Polí­tica

O Partido Social Liberal - PSL foi convidado para fazer parte do grupo político liderado pelo empresário Carlos Amastha, que pediu desfiliação do PV. A previsão é que até o final do mês de setembro, o empresário decida se vai ou não se filiar a uma nova legenda e, caso se filie, será para disputar a Prefeitura de Palmas, conforme informou sua assessoria.

O grupo político, definido pelo empresário como suprapartidário, conta ainda com a vice-prefeita de Palmas, Edna Agnolin (PDT), o presidente do PT regional Donizeti Nogueira, o deputado estadual Wanderlei Barbosa (PSB), o reitor da UFT Alan Barbiero (PSB), o vereador Carlos Braga (PMDB) e representantes do PT do B, PC do B, PTN, e outras legendas.

A direção do PSL, após ouvir e discutir com seus membros em reunião realizada na ultima semana, informou que o objetivo do Partido atualmente é buscar o fortalecimento da sigla e discutir com a sociedade sua carência e a proposta de todos os pretensos candidatos.

“O PSL se preocupa em inserir no Partido como pretensos candidatos, pessoas que possuem representatividade nos seus segmentos, como por exemplo, os segmentos da moradia, portadores de necessidades especiais, servidores públicos, policiais, empresários, líderes comunitários, líderes religiosos, etc”, disse o presidente do Diretório Municipal de Palmas e Secretário Geral estadual, Lucas da Lince.

Já o presidente estadual da legenda, que também é presidente Nacional do Conselho de Ética e Secretário Jurídico Nacional da sigla, Christian Zini Amorim, enfatizou: “Nossa discussão de agora é lançar nomes de peso para a Câmara de Vereadores em todos os municípios do Estado do Tocantins, portanto, hoje, não faz parte de nossas metas apoiarmos candidato da situação ou da oposição para qualquer Prefeitura. O Partido vive em sintonia com o povo, com seus filiados e neste momento não está discutindo sucessão municipal, pois circulamos em todos os grupospolíticos”.

Posição do partido

Segundo a assessoria de imprensa do PSL, a relação do Partido é de independência. “A construção de um projeto político, de acordo com a família PSL, tem de passar obrigatoriamente por ações que estejam alinhadas com as reivindicações populares”, afirma.