Polí­tica

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Em entrevista concedida durante a sessão ordinária da manhã desta quarta-feira, 21, na Assembleia Legislativa, o deputado Marcelo Lelis (PV) comentou sobre suas movimentações políticas visando as eleições municipais de 2012. De acordo com ele, no entanto, a definição ainda passa, primeiro, pelo consenso do grupo ligado ao governador Siqueira Campos (PSDB).

O ponto complicado nessa relação pré-eleitoral, contudo, é o excesso de possíveis candidatos interessados em concorrer à prefeitura de Palmas no ano que vem. Atualmente, pelo grupo governista na capital, além de Lelis, o deputado federal Eduardo Gomes (PSDB), a deputada estadual Luana Ribeiro (PR) são mandatários que já destacaram seus interesses em disputar o Paço Municipal de Palmas.

Contudo, mesmo ainda com muitas pontas soltas, Lelis destacou que a motivação do grupo é sempre pela união entre os líderes partidários do alicerce siqueirista. “Feliz do grupo que tem seus próprios pré-candidatos. Cada candidatura vai fortalecer o todo do grupo que vai se candidatar”, completou

Na ocasião o deputado ainda lembrou da reunião, no princípio do mês, da qual participaram os presidentes metropolitanos das legendas ligadas ao governador para debaterem sobre as eleições do ano que vem. Contudo, dentre os líderes presentes no encontro, o que chamou a atenção foi uma ausência. A da presidente municipal do PR, Luana Ribeiro. O único membro do partido a presenciar a reunião, foi o vereador Lúcio Campelo, que não foi representando o PR.

Sobre o encontro partidário, Lelis frisou que havia conversado com o senador João Ribeiro, presidente regional do PR, e frisou que o senador haveria destacado a necessidade do PR se inserir no processo eleitoral próximo a Siqueira. “Eu estive com o senador João Ribeiro e ele me disse que o PR tinha que participar do processo e ajudar a traçar as estratégias. Mas isso é uma questão do PR”, completou.

Entretanto, o deputado frisou que, mesmo sem a participação do PR, o grupo siqueirista está unido em torno das eleições de 2012 e que, caso seja deliberado internamente por sua candidatura, ele acredita que terá o apoio do senador. “Para as pessoas que ficam do lado de fora fica parecendo que existe uma disputa entre as candidaturas. Mas isso não acontece. Eu acredito que se o grupo definir pela minha candidatura, terei o apoio dele. Todo o grupo está unido em torno de uma candidatura própria”, salientou.