Palmas

Foto: Ascop

Atualmente está em andamento o plantio de aproximadamente três mil mudas de árvores, em 25 áreas estratégicas da Cidade. O projeto é uma iniciativa da diretoria de Parques e Jardins da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Públicos e visa privilegiar espaços de convívio e estar da população, tais como praças, parques, feiras, ciclovias e pistas de caminhada.

O foco das ações é a arborização e não apenas a criação de jardins paisagísticos, tendo também como finalidade a promoção de sombras que ajudem a minimizar o calor típico da região.

“Abrimos as covas durante a estação seca, para o pronto plantio das mudas no início das chuvas, e assim obtermos o máximo desenvolvimento das árvores”, ressalta o diretor de Parques e Jardins, Ramis Tetu. Ainda segundo o Diretor, a profundidade das covas para o plantio das mudas é um fator determinante para a agilidade no crescimento e melhor qualidade dar árvores plantadas. “O mérito está na cova grande, onde a árvore cresce 5 a 8 vezes mais rápido do que uma cova pequena” frisou.

Ainda como o foco na qualidade das mudas produzidas e plantadas pelo município, a Diretoria de Parques e Jardins tem feito o planejamento agronômico e urbanístico das ações, priorizando qualidade e não quantidade, a exemplo do uso de restos de vegetais (folhas) como adubo orgânico, além da abertura de covas grandes. Também foi realizada a revitalização do viveiro Norte e a criação do Viveiro Palmas Sul, no Parque dos Patis, com a prioridade para a produção de árvores.

Defesa

Além do plantio, a defesa das árvores já existentes tem sido outra frente de trabalho da Prefeitura de Palmas, entre as ações realizadas está a raspagem do capim andropogun em áreas verdes e parques, como instrumento básico de proteção contra o fogo e ainda proteção a saúde da população.

Também foi priorizado o treinamento da equipe para critérios técnicos de plantio e manejo das árvores e a realização de poda de formação em árvores jovens, evitando a criação de ladrões e galhos laterais, reduzindo assim o custo de podas futuras.

Paralelo a estas ações, de acordo com Ramis Tetu, também acontece a discussão com órgãos de infraestrutura, para critérios técnicos de planejamento e projetos que evitem desmates desnecessários em abertura de quadras, praças e ruas; a busca de um termo de cooperação com a companhia de energia elétrica para a melhoria das condições de convívio entre redes elétricas e árvores; a discussão com diversos setores da gestão municipal e da sociedade para a valorização das árvores como infraestrutura da cidade e como unidade básica da sustentabilidade urbana; e o projeto de salvamento de árvores especiais comprometidas por fogo, cupim e inclinação. (Ascop)