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A programação da manhã no Encontro de governadores que aconteceu em Goiânia, nesta sexta-feira, 30, cumpriu a pauta programada. No começo da reunião o presidente nacional do PSDB, deputado federal Sergio Guerra, apresentou os números da pesquisa realizada com o objetivo de promover a reorganização do partido. Em seguida os governadores discutiram sobre a concessão para distribuidoras de energia nos Estados e pontuaram os problemas atuais sobre o setor energético no País. Alem do governador Siqueira Campos, do Tocantins, participam do encontro Marconi Perillo (Goiás), Geraldo Alckmin (São Paulo), Antonio Anastasia (Minas Gerais), Teotônio Vilela Filho (Alagoas), Siqueira Campos (Tocantins), Simão Jatene (Pará), Beto Richa (Paraná) e Anchieta Júnior (Roraima).

Siqueira Campos defendeu a construção das UHEs nos rios Tocantins e Araguaia, com responsabilidade e sustentabilidade e também a navegabilidade dos rios, ressaltando a importância da construção das eclusas nas usinas. Um tema que tomou boa parte das discussões foi o pacto federativo e a distribuição de recursos arrecadados. Os governadores foram unânimes em defender uma melhor divisão desses recursos entre Municípios, Estados e a União.

Falando aos presentes, o governador Siqueira Campos demonstrou sua preocupação com a baixa receita dos Municípios alegando a quantidade de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Ele apresentou os números do Tocantins e defendeu políticas sérias voltadas para a melhoria da renda das famílias. Os números , de acordo com pesquisa do IBGE, mostram que mais de 600 mil tocantinenses passam fome. O programa de microcrédito do Governo do Estado foi citado por Siqueira Campos como uma das ações para combater o problema. Marconi Perillo elogiou a iniciativa do governador Siqueira Campos enfatizando que “esta é uma forma exemplar de garantir oportunidades aos trabalhadores.”

O tema adentrou na discussão sobre a Lei Kandir, que estabelece tributação sobre a produção, a PEC 300, que regulamenta o piso salarial nacional para bombeiros e policiais militares, a polêmica Emenda 29, que determina o que pode ser considerado como gastos na saúde no orçamento dos Estados e do Governo Federal. O Plano Plurianual da União também foi discutido, especialmente as necessidades de investimentos em infraestrutura e educação nos Estados. (Assessoria de Imprensa Siqueira Campos)