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Foto: Divulgação Situação da ponte antes de desabar Situação da ponte antes de desabar

O Ministério Público Estadual está averiguando os motivos que levou a Ponte Siqueira Campos, construída sobre o Córrego Piabinha, a desabar na noite do dia 8 de fevereiro.

Em entrevista ao Conexão Tocantins o promotor Francisco José Brander Junior revelou nesta quarta-feira, 15, que aguarda a prefeitura da cidade encaminhar documentos que foram solicitados pelo órgão.

Foram pedidos a cópia do processo de licitação para a obra e o contrato administrativo com a empresa que executou o serviço. Após o encaminhamento destas informações o Ministério Público vai apurar se houve erros técnicos e quais os danos ao erário público. “Só assim vamos ver se o dinheiro foi mal empregado. Nossa preocupação é com o patrimônio público por isso é preciso avaliar se houve erro técnico”, salientou.

Antes da ponte cair o MPE pediu à Defesa Civil que fizesse uma avaliação na ponte que já apresentava rachaduras e outros problemas na estrutura.

O vereador Silvânio Aires (PP) também informou que pediu a abertura de uma investigação criminal com relação à Ponte para ressarcimento dos dinheiro investido aos cofres públicos.

O prefeito da Cidade, Cleiton Maia (PMDB) negou ao Conexão Tocantins que a ponte tivesse caído, segundo ele, a prefeitura fez a demolição devido aos riscos para a população. Na obra foram gastos R$ 200 mil dos cofres do município, segundo o prefeito, que prometeu construir uma nova fonte em tempo recorde.

Um valor de R$ 50 mil teria sido gasto em reparos que estavam sendo feitos na Ponte, segundo a prefeitura.