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Foto: Divulgação Segundo Cleiton Pinheiro após a reunião o sindicato vai analisar a proposta do governo Segundo Cleiton Pinheiro após a reunião o sindicato vai analisar a proposta do governo

Após uma tarde inteira de discussão sobre a proposta de alteração nos Planos de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCRs) do Quadro Geral e da Saúde do Estado nesta quarta-feira, 27, entidades classistas e Executivo ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre este assunto. Uma nova reunião foi marcada para o próximo dia 6 de julho, às 15 horas, quando será dada continuidade às negociações.

Um dos pontos de maior divergência entre entidades e governo está relacionado à proposta do Executivo de passar para o ano de 2015 a progressão vertical dos servidores cujas progressões horizontais e verticais coincidem para serem pagas em 2014.

A proposta do governo é que esses servidores recebam em 2014 apenas a progressão horizontal , e que a vertical seja paga no ano seguinte. Na avaliação do Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (Sisepe), a aprovação desta proposta implicaria na perda de um ano de progressões de uma grande parcela de servidores e os impactos desta situação precisam ser levados em conta.

Além disso, o governo não abre mão da alternância no interstício entre as progressões na tabela vigente (dos servidores que ainda têm tabela para progredir). Este é um ponto que a categoria se manifestou desfavorável nas reuniões realizadas durante toda a semana passada pelo Sisepe em Palmas e no interior do Estado.

O presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro, reforçou que o sindicato, assim como a categoria, tem pressa para ver esta negociação concluída, mas que a entidade não vai, por isso, abrir mão dos direitos dos servidores.

Pinheiro destacou que assim que houver a uma proposta passível de consenso, o Sisepe convocará a categoria para assembleia geral. Também enfatizou que quando o governo apresentar a sua proposta oficial de alteração do plano, o sindicato a divulgará, com antecedência, para que os servidores possam analisar antes da assembleia. (Ascom Sisepe)

Por: Redação

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