Economia

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Sindicato dos Bancários do Tocantins - Sintec/TO visitou na manhã desta quinta-feira, 6, véspera de feriado, algumas agências da avenida JK em Palmas, para advertir aos bancários e a população sobre a possibilidade de greve a partir do 18 de setembro. Foram distribuídos panfletos na porta e dentro das agências, como também pequenas reuniões expositivas dentro dos bancos: Bradesco, Itáu, Santander e Banco da Amazônia. 

Nas negociações da campanha salarial deste ano, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se mantém inflexível, segundo o sindicato e estipulou um reajuste salarial de apenas 6% para todas as clausulas econômicas, contrariando a proposta de 10,25% exigida pela Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação - CEBNN/CONTEC. Enquanto não há um posicionamento favorável por parte dos banqueiros, em todo Brasil, estão sendo organizadas manifestações que exigem melhorias trabalhistas para os bancários.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários do Tocantins, Célio Mascarenhas Alencar, a ideia é fazer pressão para que a Fenaban volte atrás e melhore a proposta de reajuste, pois na situação atual das negociações será inevitável uma paralisação geral dos serviços bancários em todo país. “Não mediremos esforços em busca de nossos direitos, o bancário não merece tanto desrespeito”, enfatizou Mascarenhas.

Sintec/TO já vem desenvolvendo várias atividades que buscam advertir sobre as consequências e transtornos gerados por uma greve.  “Sem dúvidas a população é a mais afetada pelo fechamento das agências, por isso pedimos que a sociedade apõe essa causa”, finalizou. Entre as outras reclamações estão, redução de 30% do quadro de trabalhadores nas agências, aumento nos índices de assaltos e arrombamentos nos bancos, assédio moral, metas abusivas, elevação das taxas de afastamentos trabalhistas por conta de adoecimento e entre outros itens. (Ascom Sintec)