Polí­tica

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O prefeito de Palmas, Raul Filho (PT) em entrevista ao Conexão Tocantins na tarde desta segunda-feira,12, negou ter tido algum tipo de desentendimento com o prefeito eleito Carlos Amastha (PP) na semana passada. O motivo, segundo informações, teria sido uma cobrança de Amastha com relação à dívida da Prefeitura de Palmas com o INSS. “Não é verdade, pelo contrário, sempre tivemos respeito a ele”, disse, acrescentando que o prefeito eleito está no papel dele ao acompanhar as demandas da atual gestão.

No encontro entre Raul e Amastha na semana passada no gabinete do prefeito, Amastha pediu que o prefeito resolvesse o impasse com relação à dívida que a gestão tem com o INSS. O prefeito explicou que está fazendo gestão junto à delegacia nacional da receita para resolver a demanda .

Sobre o atraso no pagamento, Raul não soube estimar o valor da dívida da Prefeitura com o INSS. “Estávamos pagando normal mesmo sacrificando muitas coisas mas a dívida é antiga e alta”, disse. Segundo o prefeito, foram pagos 13 meses. “Diante de outras prioridades preferimos sacrificar a questão do INSS até uma definição da receita sobre o alongamento do prazo”, conta.

Atualmente a prefeitura aguarda uma resposta da delegacia da receita sobre o valor exato da dívida e quais as condições de pagamento. “Estamos esperando a resposta sobre o tamanho da dívida e a forma de pagamento”, disse Raul. Segundo o gestor, há disposição e boa vontade para parcelar a dívida.

Demissões

Questionado se vai exonerar os servidores contratados e os de cargos de comissão, Raul Filho afirmou que não fará demissões. “Estes servidores nós mantemos por que são necessários. Há uma demanda muito maior do que a quantidade de servidores que temos. A demissão será automática. Todos os contratos só vão até dia 31 de dezembro”, frisou. Em recente entrevista ao Conexão Tocantins Amastha elogiou o corpo técnico das pastas da Prefeitura de Palmas e frisou que pode manter alguns destes servidores. O novo gestor porém disse pretender fazer um certame ainda no próximo ano e disse que sua gestão será enxuta.