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O vereador mais votado na capital neste ano, Rogério Freitas do PMDB foi ouvido nesta sexta-feira, 9, pelo  promotor de Justiça do Patrimônio Público, Adriano Neves sobre a compra de lotes possivelmente abaixo do preço. O vereador eleito adquiriu sete lotes na Arso 71 que estão bloqueados pela justiça em razão da investigação.

Em entrevista ao Conexão Tocantins nesta segunda-feira, 12, o promotor contou que Rogério apresentou extrato de contas bancárias para comprovar a origem dos mais de R$ 90 mil, valor estimado para a compra de todos os lotes.  “ Agora nós vamos averiguar as informações que ele prestou”, conta.

Esta semana a oitiva de testemunhas continua no processo, segundo frisou o promotor. Mais de dez pessoas, dentre terceiros que adquiriram os lotes e os compradores através da Codetins, serão ouvidos.

A investigação apura indícios de aquisição de forma fraudulenta, junto ao Governo do Estado, através da  Companhia de Desenvolvimento do Tocantins (Codetins). Para o vereador, segundo estima o Ministério Público, o preço do m² teria saído por R$ 17.

Se for comprovada participação do vereador eleito no possível esquema isso pode inclusive gerar uma ação por parte da Procuradoria Eleitoral o que pode torná-lo inelegível. O vereador eleito nega qualquer tipo de irregularidade na compra dos lotes.