Palmas

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O deputado estadual Sargento Aragão (PPS) formalizou nesta quinta-feira, 10, último prazo dado pela justiça eleitoral para a definição, sua renúncia ao cargo de vice-prefeito de Palmas para o qual foi eleito em outubro passado. Aragão disse que não teve nenhuma indicação no governo que ajudou a eleger e chegou a dizer que terá na gestão do prefeito Carlos Amastha (PP) a mesma quantidade de indicações que tem no governo estadual do qual é oposição. O deputado chegou a dizer que não participará da gestão porque foi excluído do processo.

Aragão questionou ainda a nomeação do procurador geral do município, José Roberto Torres Gomes e do vereador Valdemar Júnior (PSD) para a secretaria de meio Ambiente da capital. "Administrar com os mesmos seria essa a verdadeira mudança?", questionou indagando ainda quem seriam os responsáveis por tais indicações.

 Aragão apresentou uma carta com os motivos que o levou a não renunciar ao cargo de deputado e reafirmou o propósito que ele e Amastha foram eleitos. “ Fomos eleitos para o novo”, disse. “Meu compromisso era com o novo! Não vejo possivel isso na prefeitura", completou.

Outro posicionamento de Aragão é o fato de não concordar com a margem de remanejamento de 50% que o prefeito Amastha terá este ano no orçamento da prefeitura. Ele disse que a aprovação da legislatura passada desta margem foi uma "categravem".

Após os questionamentos e explicações o deputado disse que apesar de tudo não tem mágoas. "Saio sem nehuma mágoa e sem nenhum constrangimento, até porque a caneta é dele", disse.

O presidente da Câmara de Palmas, Major Negreiros (PP) e aliado de Amastha esteve presente no anúncio oficial de Aragão. O deputado pediu a ele que trabalhe dentro do propósito da mudança. "Faça cumprir aquilo que nós prometemos ao povo de Palmas", pediu.

O deputado apresentou ainda documento do PPS ao prefeito Amastha sugerindo nomes para a administração.