Polí­tica

Foto: Divulgação

O presidente do PMDB Estadual, deputado federal Júnior Coimbra revelou ao Conexão Tocantins que está em fase de conversação com o governo estadual para oficializar aliança entre o partido e atual gestão. “Na verdade o que aconteceu foi a composição na eleição municipal para elegermos o prefeito de Palmas mas não temos compromisso com o governo do Estado ainda. Estamos em conversações mas não há compromisso político ou administrativo”, conta se referindo ao pleito municipal do ano passado quando o partido indicou a vice Cirlene Pugliese na chapa do candidato governista Marcelo Lelis (PV).

O deputado juntamente com Eduardo do Dertins (PPS) e o ex-governador Carlos Gaguim (PMDB) entraram com o Recurso contra Expedição do Diploma contra o governador Siqueira Campos em 2011. Coimbra revelou que não está mais interessado no processo. “ Eu perdi o interesse por este Rced. Eu pessoalmente não tenho mais motivação para este processo e não vou me movimentar para que ele seja julgado”, contou. O peemedebista pontuou que não vai pedir a retirada de seu nome como parte porque tal ato não impedirá a tramitação.

A acusação no Rced contra Siqueira é de abuso de poder político e econômico, uso indevido de veículo de comunicação e compra de votos. O processo está na Procuradoria Geral Eleitoral do TSE e deve ser devolvido para a relatora provisória, Luciana Lóssio assim que a corte retornar do recesso. Após o parecer da PGE a relatora já pode pedir pauta para o processo.

A articulação em curso para a aliança do partido com governo leva em conta ainda a possibilidade de composição para 2014, como confirmou o próprio Coimbra. “Isto é possível sim, estamos conversando”, disse. Diante deste possível cenário e aproximação do PMDB com o governo a ala do PMDB que é contra esta composição se movimenta para tomar o comando do partido do deputado.

Palmas

Com relação ao posicionamento do partido na capital Coimbra contou que orientou os vereadores Emerson Coimbra, Rogério Freitas e Joel Borges a permanecerem oposição á gestão do prefeito Carlos Amastha. “A minha posição pessoal é de oposição e essa é  a intenção dos vereadores”, disse acrescentando também que até Borges, que é mais próximo da gestão Amastha, deve fazer oposição á prefeitura.

Diante de especulações de que o ex-governador Marcelo Miranda teria feito algumas indicações na gestão o deputado frisou que se houve alguma participação na atual gestão é de membros isolados da legenda.