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Foto: Ascom Secad

De acordo com informações publicadas no Diário Oficial de segunda-feira, 21, a Secretaria Estadual da Administração (Secad), através da corregedora administrativa, Vagléia Inácio Monteiro Camarço, deverá analisar pelo menos 11 processos e sindicâncias administrativas provenientes de diversas Pastas.

Dentre as denúncias estão desde ausência injustificada de servidor por mais de 30 dias, até acusações de furto dentro de escola estadual, agressão e assédio sexual. As faltas ocupam a maioria das apurações da corregedoria da Secad, incluindo um médico que em 2012 ficou mais de 30 dias sem comparecer em suas funções no Hospital de Referência de Araguaína.

Inquéritos policiais também são fatores que podem fazer com que servidores públicos sejam investigados também administrativamente, conforme a publicação. De acordo com o DOE, um servidor contratado temporariamente pela Secretaria Estadual da Segurança Pública, lotado na 5ª Delegacia de Polícia Civil de Guaraí, passará por investigação interna, acusado de estupro de vulnerável, ainda no ano de 2007. Segundo informações do inquérito policial, o agora ex-servidor, teria abusado de uma menor custodiada na escola da Cadeia Pública daquele município.

Já em Gurupi, um auxiliar administrativo teria furtado dois laptops da Escola Estadual Setor Aeroporto, enquanto que em Dianópolis, outro auxiliar, ao chegar com sinais de embriagues ao Hospital de Referência do município, teria agredido outros funcionários, além de assediar técnicas e pacientes que estavam no local.

De acordo com as normativas da administração pública, caso confirmadas as irregularidades, os servidores ficarão sujeitos a penalidades que vão desde advertências por escrito, suspensão por prazo determinado, até a exoneração do cargo que ocupam.