Educação

Foto: Divulgação

 Em reunião de gestão ampliada, com a participação da vice-reitora Isabel Auler, de pró-reitores, diretores e técnicos administrativos, o reitor Márcio Silveira anunciou na manhã desta sexta-feira, 22, a liberação de crédito no valor de até R$ 70 milhões pelo Ministério da Educação (MEC) para o programa de reestruturação, consolidação e expansão da Universidade Federal do Tocantins (UFT). A garantia do recurso foi dada em reunião na Secretaria Executiva do MEC, em Brasília, na última quarta-feira, 20, pelo secretário José Henrique Paim Fernandes.

Silveira destacou que o recurso foi garantido por causa de uma série de conjunturas, entre elas o cumprimento das metas do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais. "É uma vitória de todos nós, que trabalhamos nesta Universidade", comemorou o reitor, enfatizando que os recursos somam R$ 70 milhões, e deverão ser aplicados em obras de infraestrutura e outras ações necessárias ao processo de reestruturação e consolidação da UFT. "Esses recursos vêm agora para consolidar de fato a Universidade", pontuou.

Durante a reunião, o reitor enfatizou a necessidade de rapidez na execução das prioridades, que já estão levantadas. "É o momento de juntarmos esforços de toda a equipe, de toda a UFT; é um momento de trabalho, mais do que já fazemos no dia-a-dia". Silveira destacou que muitas das necessidades existentes na UFT serão supridas por meio da execução das obras e ações viabilizadas pelos recursos garantidos pelo MEC. Silveira enfatiza que todos os cursos e câmpus serão beneficiados.

Prioridades

Entre as metas levantadas estão a construção de bibliotecas nos câmpus e também para a pós-graduação; construção do prédio da Reitoria; implantação de novos cursos, nos Câmpus de Arraias, Tocantinópolis, Porto Nacional, Miracema e Gurupi; implantação de projetos de urbanização em todos os câmpus e também de áreas para esportes, além da criação de institutos por áreas temáticas. Sobre os institutos, o reitor destaca que “é preciso fazer com que diferentes câmpus conversem sobre o desenvolvimento da pesquisa, e a criação dos institutos vai possibilitar isso”. (Dicom UFT)