Campo

Foto: Joatan Silva

Uma equipe formada por representantes do Governo do Estado, por meio da Seagro – Secretaria Estadual da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário - em parceria com a Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e SFA - Superintendência Federal da Agricultura, visitam esta semana, propriedades participantes do Programa PIF – Produção Integrada de Frutas na cultura da banana no Tocantins. O objetivo é fazer o monitoramento do processo produtivo nos municípios de Aparecida do Rio Negro, Monte do Carmo, Porto Nacional, Palmas, Lajeado, Miracema, Rio dos Bois, Fortaleza do Tabocão, Guaraí, Babaçulândia e Aguiarnópolis.

O coordenador de Desenvolvimento Vegetal da Seagro, o engenheiro agrônomo José Américo Vasconcelos, o Tocantins é pioneiro e modelo no PIF na cultura do abacaxi, e desde o ano passado, expandiu o programa para a produção de banana. “O objetivo da produção integrada é a produção de frutas com qualidade e de forma econômica, respeitando o ambiente, a saúde do consumidor e o produtor, através da minimização do uso de agroquímicos e da integração de práticas de manejo do solo e da planta”, disse o engenheiro, acrescentando que a produção conta ainda com o monitoramento dos procedimentos e a rastreabilidade.

Segundo Vasconcelos, os produtores participantes do projeto são orientados desde a escolha da área de plantio, mudas, preparo do solo, plantio, irrigação, tratos culturais, uso de defensivos, adubação e colheita, e ainda o monitoramento sistemático da área. “Ao levar conhecimento técnico, temos como objetivo incentivar os produtores a investir em qualidade, pois devido ao aumento da produção e das exigências por parte do consumidor e até mesmo das indústrias, os produtores devem procurar elevar o padrão de qualidade, para garantirem uma boa comercialização obtendo maior lucratividade”, pontuou.

Programa

Criado pelo Governo Federal, o programa foi coordenado pela Embrapa, ainda nos anos 90, para atender o mercado internacional, que exigia uma produção sustentável. Hoje é também uma exigência do mercado interno, que cobra alimentos sem agrotóxicos, com respeito ao meio ambiente e ao trabalhador. No mercado internacional a rastreabilidade é obrigatória desde 2005. (Ascom Seagro)