Polí­tica

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O ex-governador Marcelo Miranda afirmou em entrevista ao Conexão Tocantins após a rejeição de suas contas de 2009 por 13 votos na Assembleia legislativa nesta quinta-feira, 5, que está tranquilo e que tal posição não o deixa inelegível. “Vamos recorrer. Isso não me torna inelegível não”, disse.

Marcelo frisou que a rejeição de suas contas de 2009 e a aprovação das contas de Carlos Gaguim de 2010 mostra que ele era o alvo da articulação do Palácio Araguaia. O problema era o Marcelo Miranda porque tenho o apoio popular, tenho ao meu lado pessoas de bem”, disse.

Marcelo criticou o fato de dois deputados do PMDB, Iderval Silva e Vilmar do Detran terem votado pela rejeição de suas contas. “Ajudaram a rejeitar e não tiveram nem a coragem de falar um voto aberto”, disse.

O ex-governador questionou a votação e chegou a dizer que o presidente da Assembleia, Sandoval Cardoso (PSD) não atendeu aos pedidos de vários parlamentares para  que reavaliasse a votação. “Como é que nove no painel dá nove e 11 declaram voto aberto. Isso tem que ser questionado. O presidente da Casa não atendeu solicitação dos deputados que pediram questão de ordem para resolver questão do painel. O presidente é presidente de todos e ele não atendeu nenhuma solicitação”, disse.

Dizendo ter certeza de que o Palácio Araguaia esteja por trás da articulação que culminou na rejeição de suas contas na Assembleia Marcelo provocou: “ Esse governo só ganha do Marcelo no tapetão não dão conta de ganhar no voto”, frisou.

Vários ex-auxiliares da gestão do ex-governador acompanharam a sessão junto com ele.