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O deputado federal César Halum apresentou requerimento solicitando o engajamento da Câmara dos Deputados na campanha Outubro Rosa, movimento que dá visibilidade pública à luta contra o câncer de mama. Tem início nesta terça-feira, 1° de outubro, às 18 horas, no Congresso Nacional o Outubro Rosa, movimento mundial de mobilização pela conscientização sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama. O slogan da campanha - “Acenda sua consciência” - é uma referência à iluminação rosa que o Congresso receberá neste mês. O ato é uma iniciativa da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, em parceria com a Procuradoria da Mulher do Senado.

"Assim como aconteceu no ano passado, a Câmara aceitou dar sua parcela de contribuição a essa campanha por meio da iluminação cor de rosa da parte externa do Anexo I e da cúpula do Plenário da Casa. Trata-se de um gesto da maior relevância. Mais do que iluminar monumentos, o mês de outubro é oportunidade para refletir e por em prática ações, como prevenção, motivação, incentivos a pesquisa e tratamento efetivo do câncer de mama", disse Halum.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima em mais de 50 mil o número de novos casos no País em 2012. E a detecção precoce é decisiva para determinar as chances de cura e de sobrevida das vítimas dessa neoplasia.

De acordo com o INCA, o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo. É o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. No entanto, se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom. Daí a importância e o peso de campanhas como o Outubro Rosa.

César Halum lembrou que no Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas. Isso porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.

"Acredito ser necessário reforçar também a batalha por melhores condições de atendimento às mulheres no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), para que elas tenham um acompanhamento preciso, regular e humanizado. Aliado a isso, temos que continuar apoiando e intensificando as campanhas públicas de esclarecimento sobre o câncer de mama", concluiu Halum.