Polí­tica

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A Prefeitura da capital publicou no Diário Oficial mais 33 exonerações de servidores do Paço. As exonerações foram na Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão. Conforme informou o secretário Executivo de Governo e Relações Institucionais, Adir Gentil nesta quinta-feira, 10,ao Conexão Tocantins. “Até agora com as publicações de hoje serão 1,42 milhões de economia”, afirmou.

O secretário informou que serão publicados em seguida a reestruturação e exonerações nas pastas de Educação, Saúde, Desenvolvimento Urbano, Finanças, Agricultura e Segurança Pública. A previsão na área da Educação é que as exonerações nos cargos comissionados na sede administrativa gerem economia de R$ 200 mil sendo R$ 137 mil apenas em cargos comissionados. O secretário deixou claro que não haverá redução no quantitativo de professores e outros profissionais e sim apenas reestruturação na sede.

O secretário informou ainda que pretende publicar no Diário oficial desta sexta-feira, 11, o edital do concurso que prevê 800 vagas para a Educação. A prova será no dia 1º de dezembro. O concurso será realizado pela UFT.

Saúde

Com relação às exonerações na Saúde o secretário detalhou ao Conexão Tocantins que não haverá prejuízos com corte no número de médicos. “ Na verdade os médicos não estão sendo exonerados. Eles entraram em acordo porque não podem prestar serviço para a secretaria de saúde tendo em vista que são médicos credenciados e prestam serviços em clinicas fazendo exames  e não podem ter esses dois vínculos”, explicou. O outro caso das exonerações são médicos que pediram licença sem vencimento.

Baixar salários

Gentil comentou ainda a sugestão do vereador da oposição, Iratã Abreu para que o Paço diminua os salários dos secretários ao invés de fazer cortes em cargos e exonerações. Conforme Adir isto não acontecerá porque faz parte de uma política de valorização da prefeitura da capital com relação aos servidores. “ Não contestamos quanto ganha um vereador. Achamos que também é compatível que você valorize o profissional da prefeitura quer seja funcionários, quer seja diretores”, frisou citando como exemplo a folha da Educação que saiu de R$ 7,8 milhões para 11,5 milhões na atual gestão visando valorizar os servidores.