Palmas

A Superintendência da Mulher, Direitos Humanos e Equidade (Sumudhe) divulga relatório dos atendimentos realizados pela Prefeitura de Palmas às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, durante o primeiro semestre de 2014.

No referido período, foram realizados 111 atendimentos entre jurídico (20%), social (26%) e psicológico (54%). Pautados pela Lei 11.340/06, os serviços buscam garantir proteção à vítima e seus dependentes, além de oferecer orientações com profissionais especializados e de trabalhar pela quebra do ciclo da violência.

 “A Lei Maria da Penha é hoje o maior instrumento de garantia e proteção às vítimas de violência doméstica e familiar, ela qualifica os crimes de violência contra a mulher e garante maior rigor no julgamento dos casos de agressão. Sem dúvidas, é uma conquista adquirida, mas o trabalho deve ser constante para que se faça cumprir a legislação”, pontua a superintendente Gleidy Braga.

Oito anos após a sanção da Lei Maria da Penha a violência ainda é frequente e, na grande maioria, praticada pelos companheiros. Segundo dados, 20 mulheres precisaram ser abrigadas na Casa Abrigo durante o primeiro semestre de 2014, valor superior ao mesmo período do ano anterior. 

No entanto, os números de atendimentos não representam a totalidade dos casos de violência doméstica em Palmas. “Sabemos que os números reais são maiores, por isso é importante intensificar e divulgar os serviços, não só da Prefeitura, mas de toda a Rede de Atendimento e Proteção à Mulher”, completa a gerente de Mulheres, Laudicéia Rodrigues.

Confira Relatório Completo:http://www.palmas.to.gov.br/media/doc/7_8_2014_16_55_59.pdf