Saúde

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A Unidade de Resposta Rápida (URR) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) emitiu informe técnico de orientação aos profissionais de saúde da rede pública e privada de saúde. O informe dá orientações sobre como proceder ao atendimento de um paciente suspeito de ebola. O informe técnico já foi enviado para as 139 secretarias municipais de saúde do Estado e já está sendo distribuído à rede privada de saúde no Tocantins.

Apesar de nenhum caso da doença ter sido confirmado no Brasil, o alerta tem sido disseminado pelo Ministério da Saúde no País para garantir a assistência correta aos possíveis casos do ebola, doença contagiosa e considerada grave por suas taxas de letalidade entre as populações que já tiveram contato com o vírus transmissor, conforme explica a diretora de Vigilância e Proteção à Saúde, Ruth Paranaguá.

Segundo o documento, são considerados indivíduos suspeitos da doença aqueles que estiveram nos últimos 21 dias em alguma das áreas de transmissão disseminada ou intensa do ebola e que apresentem os seguintes sintomas: febre de início súbito, acompanhada de sinais de hemorragia, como: diarreia sanguinolenta, sangramento nas gengivas, sangue nas fezes ou na urina, hemorragias internas e sinais purpúricos.

Notificação

O informe alerta os profissionais de saúde para a importância da identificação rápida de casos que se enquadrem no quadro e comunicação rápida da suspeição à URR da Sesau que funciona 24 horas por dia.

Segundo a coordenadora de Doenças e Agravos Transmissíveis da Sesau, Perciliana Bezerra, a partir da notificação do caso, será iniciado, conforme orientação do Ministério da Saúde, um protocolo de isolamento e direcionamento do paciente para uma unidade de referência nacional de casos suspeitos e monitoramento dos contatos, do caso suspeito, que serão identificados e monitorados por 21 dias.

O informe técnico pode ser conferido na íntegra no site www.saude.to.gov.br. (Ascom Sesau)