Economia

Foto: Imagem ilustrativa/ Da Web

A partir do dia 1º de janeiro de 2015, o Banco da Amazônia vai disponibilizar no seu site os planos de aplicação dos recursos financeiros de todos os Estados da Região Norte para o ano. Esses planos foram resultados de amplos encontros estaduais, coordenados pelo Banco, que reuniram órgãos governamentais e não-governamentais envolvidos com o fomento e entidades representativas dos setores produtivos. Além de tornar mais objetiva (e produtiva) a utilização do FNO, os planos estaduais formam a base das informações que subsidiam a programação regional de aplicação do Fundo.

Serão R$ 8,9 bilhões a serem injetados na economia regional, sendo R$ 5,7 bilhões do FNO e o restante de outras fontes de fomento, como FAT, FDA, BNDES, OGU, FMM e Recursos Próprios, além de recursos da carteira comercial. O superintendente do banco no Tocantins, Marivaldo Melo,  diz que o ano será de oportunidades: “O agronegócio é o carro chefe da economia do Estado e está com um cenário favorável e continuará sendo uma excelente alternativa de investimentos."

Segundo o superintendente, o Estado investe todo o recurso que provém deste fundo: “Em 2015 nossa meta é de R$ 1,05 Bilhão, e iremos mais uma vez aplicar todo o disponibilizado e vamos superar esse valor. Podemos afirmar que no Tocantins não existe mais recursos “voltando”. O Estado têm condições econômicas de absorver todo o orçamento do FNO destinado a ele, isso graças às parcerias que o Banco firmou com todos os setores organizados da sociedade.”.

Dentre as principais mudanças no FNO para o próximo ano está a criação de uma linha de financiamento exclusiva na Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC), o financiamento para os projetos de geração, transmissão e distribuição de energia, que já tenham contratado operações com recursos do FNO, a ampliação das linhas de financiamento para aquisição de bens importados, com índice de nacionalização em valor inferior a 60%, sujeito a algumas restrições (vide Plano do FNO), para os tomadores de grande porte (faturamento bruto anual superior a R$ 16 milhões), a ampliação do empréstimo para custeio e capital de giro aos insumos necessários ao desempenho da atividade, o aumento  do limite de endividamento máximo do microempreendedor individual de R$ 15 para 20 mil.

Os encargos financeiros do FNO para o próximo ano serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), ainda no decorrer de 2014, porém, caso isso não ocorra, as taxas nas primeiras semanas de 2015 serão de 5% a 8,5% ao ano para as atividades do setor rural e 6,75% a 10% ao ano para as atividades dos demais setores, até que o CMN publique os novos encargos.  Para demais informações acesse o site (www.bancoamazonia.com.br, no link institucional > o banco > planos de aplicação de recursos).

Por: Jéssica Barbosa (colaboração)

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