Polí­cia

Foto: Divulgação Comandante ressaltou trabalho da PM Comandante ressaltou trabalho da PM

A Polícia Militar informou que após receber a informação da Prefeitura de Palmas sobre denúncia que teria recebido a respeito dos incêndios aos ônibus, o Serviço de Inteligência,  com atuação decisiva da equipe de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas - ROTAM, Guarda Metropolitana e Polícia Civil conseguiram realizar a prisão dos quatro suspeitos de incendiarem três ônibus na Capital.

Segundo informado pelo denunciante à PM, que após depoimento foi liberado alegando não ter envolvimento no caso, a ordem para os ataques teria partido dos presidiários da Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPP) em retaliação à greve da Polícia Civil, que retirou direitos dos detentos como direito a visitas e que, tanto os presos de Palmas e Araguaína estariam isolados sem comunicação.

Os suspeitos estavam na posse de uma motocicleta e ao serem abordados no setor Jardim Aureny IV, foi constatado tratar-se de produto de roubo. Após levantamento de informações sobre os indivíduos a PM verificou tratar-se dos envolvidos no caso dos incêndios aos ônibus.

Outro suspeito de envolvimento no caso foi preso em Araguaína, segundo informou à PM.  As informações levantadas apontaram que o detento Jardiel dos Santos Lopes, que cumpria sua pena em regime semiaberto, seria o mandante dos atentados no município, enquanto os demais tiveram participação direta na execução das ações criminosas. Jardiel pagaria o valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais) por cada veículo queimado.

Para o comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Glauber de Oliveira Santos, esse foi o resultado de um árduo trabalho que contou com a colaboração de todo o efetivo da PM e demais órgãos de Segurança Pública. “Agradecemos aos policiais militares do Estado do Tocantins que não mediram esforços para realizar esta ação bem sucedida que culminou com a prisão desses supostos autores. Mais uma vez a PM mostrou a importância que tem para garantir a tranquilidade da sociedade”, disse.