Polí­tica

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 O deputado do PTB, Eduardo Siqueira Campos comentou na sessão desta quarta-feira, 8, na Assembleia Legislativa o fim da greve da polícia civil e para tal relembrou o apelido de primeiro-ministro que ganhou politicamente na gestão do seu pai, Siqueira Campos. “Procurei entender  esse apelido como carinhoso. Todo governo tem que ter um canal de interlocução alguém precisa dizer ao governador que é preciso retroceder de vez em quando”, disse.

O parlamentar falou da intermediação que a deputada federal e primeira-dama, Dulce Miranda (PMDB) fez entre Sindicato e governo. “Não posso saudar o fim da greve que dizer que alguma coisa fez a diferença: fomos estampados em todos os jornais que a primeira-dama abriu canal de interlocução e quero dizer da forma mais respeitada que acho que encontramos uma primeira-ministra nesse governo sendo assim fico livre do cargo  que recebi vendo meu pai governar”, disse ao afirmar que a população ganhou com a interlocução da deputada Dulce que contribuiu significativamente para que a greve chegasse ao fim.

Violência

O deputado Valdemar Junior (PSD) repercutiu na tribuna os dados da matéria especial feita pelo Conexão Tocantins nesta terça-feira, 7, que fala sobre o aumento dos assassinatos em Palmas e no Estado nos últimos dois anos.  “Imaginem o disparate do pai e da mãe de família em saber que seu filho saiu da residência para ir à praça do Bosque e receber a notícia que o filho foi executado comum tiro da nuca”, disse ao afirmar que há execuções em cadeia e em massa.

Valdemar disse que é preciso auxílio das famílias principalmente com relação aos menores que se envolvem em ocorrências. “Essa é a Palmas que nós estamos vivendo aí eu pergunto de quem é a culpa desses fatos e desses acontecimentos? É culpa da Segurança Pública? acho que a solução não está em greve de polícia civil nem em falta de efetivo nas ruas. As execuções cometidas no final de semana têm a raiz mais profunda. Temos que fazer uma moção para que possamos recuperar a instituição familiar porque o que está acontecendo hoje com menores envolvidos no tráfico é justamente pela ausência do poder da família na vida dessas crianças e adolescentes”, disse.

O deputado do PT, José Roberto Forzani também discutiu o assunto ao se posicionar contra  a redução da maioridade penal. “Não podemos acreditar que afastar da sociedade e colocar longe dos nossos olhos vai resolver o problema da violência”, disse.

Ricardo Ayres (PSB) defendeu mais políticas para crianças e adolescentes nos municípios.

Ainda nas discussões o deputado Eli Borges afirmou que seu gabinete foi alvo de um atentado ao pudor . “As pessoas querem ser respeitadas mas que não conseguem respeitar a gente. Estou levantando todas as informações sobre esse episódio”, disse se referindo a um manifesto em frente ao seu gabinete por parte de militantes LGBT.