Polí­tica

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A primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda (PMDB) respondeu as declarações do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (PTB) que falou da intermediação decisiva da parlamentar no impasse da greve da polícia civil. Eduardo porém ao destacar a contribuição da parlamentar relembrou o apelido que teve na gestão de seu pai, Siqueira Campos, de primeiro-ministro e disse que a parlamentar estaria exercendo a mesma função na atual gestão.

Na nota a assessoria da parlamentar afirma que o governo Marcelo Miranda não precisa de primeiro-ministro, pois sua marca é justamente a abertura democrática e o diálogo. Marca essa que não pode ser atribuída a governos passados. “A intermediação realizada pela congressista, no caso da greve da Polícia Civil, foi pública, teve ampla divulgação e não foi de modo obscuro e nefasto, trancado em gabinetes como acontecia anteriormente”, alfineta na nota.

A parlamentar reforça ainda que independente do período ou de cargos, a deputada sempre recebeu todas as pessoas, categorias e entidades que a procuraram.

Veja a íntegra da nota

Nota à Imprensa

Sobre declarações denominando a deputada federal Dulce Miranda, vice-líder do PMDB na Câmara dos Deputados, de primeira-ministra, a parlamentar informa o seguinte:

1. O governo Marcelo Miranda não precisa de primeiro-ministro, pois sua marca é justamente a abertura democrática e o diálogo. Marca essa que não pode ser atribuída a governos passados.

2. Os 75.934 votos obtidos pela deputada federal Dulce Miranda nas eleições de 2014, a credenciam como representante popular em busca de melhorias para o Estado.

3. A intermediação realizada pela congressista, no caso da greve da Polícia Civil, foi pública, teve ampla divulgação e não foi de modo obscuro e nefasto, trancado em gabinetes como acontecia anteriormente.

4. Independente do período ou de cargos, a deputada sempre recebeu todas as pessoas, categorias e entidades que a procuraram.

Assessoria de Comunicação Social da deputada federal Dulce Miranda

Por: Redação

Tags: Dulce Miranda, Eduardo Siqueira Campos