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Foto: Divulgação

O transbordo ferroviário de grãos da Agrex do Brasil, localizado no Pátio Intermodal de Porto Nacional, no Tocantins, está correspondendo às previsões iniciais relacionadas ao desempenho. Até o final do mês de maio já foram recebidos 164.293 toneladas de produtos. A princípio as cargas têm sido somente de soja e, no segundo semestre, haverá também movimentação de milho.

A unidade de padronização de grãos, inaugurada no início de fevereiro, recebeu R$ 25 milhões de investimentos e possui área de 5,117,35m². A tecnologia instalada tem colaborado  para  boa performance do terminal. Esse é o segundo transbordo rodo-ferroviário às margens da ferrovia Norte-Sul da Agrex do Brasil, sendo o primeiro situado em Porto Franco, no Maranhão.

De acordo com o gerente de logística, Edson Ferreira Dantas, foi notada uma série de benefícios com a implantação do transbordo, como o aumento da competitividade devido a melhor combinação de modais (rodovia/ferrovia), a agilidade no escoamento dos grãos para o porto devido a capacidade da ferrovia e o nível de serviço junto ao cliente devido a proximidade à lavoura.

“Apesar do modelo de concessões das ferrovias e a baixa oferta de transporte ferroviário no Brasil, o que dificulta a redução em custos de frete, esse corredor e a forma que vem sendo estruturado começou a gerar redução de custos no escoamento para o porto. Nesse projeto em específico (Porto Nacional), a  redução está em torno de 5%”, revela Edson.

Ao todo, o volume recebido e embarcado na ferrovia está em torno de R,3 milhões (valor da mercadoria). A expectativa para o primeiro semestre de 2015 é movimentar 200 mil toneladas de soja, estimativa que deve ser superada.

Pátio Intermodal de Porto Nacional

O Pátio Intermodal de Porto Nacional é de responsabilidade da Valec, empresa pública de engenharia, construções e ferrovias. Ele foi construído em local estratégico, a 25 quilômetros de Palmas (TO), com extensão de 5.498m² e com acesso à BR-153.

A previsão é de que sejam instalados no máximo 15 empresas arrendatárias. A Agrex do Brasil, assim como as demais empresas arrendatárias, tem um prazo de quinze anos para exploração do local, que pode ser renovado por igual período.

Agrex do Brasil

No mercado há quase 20 anos, a Agrex do Brasil atua na produção e comercialização de grãos, insumos, fertilizantes, além de commodities agrícolas e está presente em seis Estados brasileiros – Goiás, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Piauí, Bahia –, totalizando 54 unidades e mais de 500 funcionários. A marca é resultado de união que alia a experiência local da Ceagro à expertise internacional da Mitsubishi Corporation.