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Um dos alvos de Ação Civil Pública do Ministério Público Estadual (MPE) por suposto dano ao erário, o ex-presidente e ex-membro do Conselho do Instituto, Lúcio Mascarenhas negou em entrevista ao Conexão Tocantins nesta segunda-feira, 29, que tenha gerado prejuízos ao órgão.

Na apuração do MPE, as perdas definitivas passam de R$ 263 milhões em razão de aplicações irregulares do Fundo de previdência. O ex-presidente disse que não tem conhecimento ainda do teor da ação do MPE porém garantiu que vai se defender. “Esse assunto será tratado juridicamente, não fui citado ainda nem sei o teor mas vou me defender”, disse.

Mascarenhas foi membro do conselho de administração do Instituto do começo do governo Siqueira Campos até dia 22 de junho de 2012 quando assumiu a presidência do Instituto até janeiro de 2013. Em fevereiro de 2013 ele assumiu a presidência do Conselho de administração do Instituto até outubro de 2014 quando novamente voltou a comandar o órgão.

“Todas as aplicações que fiz ou autorizei foram em fundos legalmente institucionalizados e funcionando com autorização do Banco central e a CVC, foram perfeitamente legais”, argumentou.  

Além de Mascarenhas também são réus nas ACPs os também ex-presidentes do Igeprev Gustavo Furtado Silbernagel (nove ações), Rogério Villas Boas Teixeira Carvalho (duas ações) além de Edson Santana de Matos, ex-superintendente de Gestão Administrativa do Instituto, que é réu nos dez processos.