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O Tocantins vivencia várias greves no serviço público que se arrastam há meses. A Universidade Federal do Tocantins está há três meses sem aulas prejudicando assim mais de 20 mil alunos. Os professores e técnicos administrativos tentam negociar com o governo federal, porém em razão do momento de crise ainda não há perspectiva de retorno das aulas.

Integrantes do comando de greve informaram ao Conexão Tocantins que não há nenhuma Assembleia marcada para analisar o fim da greve.

O Instituto Federal do Tocantins – IFTO em vários municípios também está com as aulas paralisadas também pedindo melhorias na Educação e contra o corte no orçamento da área. Dados do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) apontam que 183 unidades de ensino estão paralisadas em 21 estados do país.

Na pauta de reivindicações está o reajuste salarial de 27,3%, fixação da jornada de 30h semanais para os servidores técnicos administrativos, defesa do Reconhecimento de Saberes e Competência (RSC) para os técnicos administrativos e servidores aposentados, estabelecimento de data-base para os servidores federais em educação.

Incra também

Os servidores  do Incra no Tocantins também começam greve nesta segunda-feira, 24, alegando descumprimento do acordo assinado com o governo em 2008, pela falta de uma proposta de reestruturação das carreiras do órgão, melhoria nas condição de trabalho, excesso de terceirização e ainda pelo que chamam de “abandono da política de reforma agrária” no Estado do Tocantins.