Economia

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Entre as admissões e desligamentos de trabalhadores com carteira assinada no Tocantins em outubro, o saldo foi de apenas 47 vagas. Apesar de baixo, o número de empregos foi positivo se comparado com mesmo período de 2014, quando o saldo foi negativo em 455 vagas.

Os dados também são positivos no comparativo com setembro deste ano, que registrou queda de 455 vagas no saldo mensal. Os números referentes a outubro foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Em outubro, o principal responsável pelo índice positivo foi o setor de agricultura, que contratou 275 trabalhadores. Já a construção civil encabeça o topo da lista de demissões com 172 desligamentos em outubro. O setor de serviços demitiu 83 empregados e ocupa o segundo lugar.

Embora o saldo de vagas seja pequeno, o Tocantins ocupa o terceiro lugar no ranking nacional atrás de Alagoas, que gerou saldo de 6.456 vagas e Sergipe (1063 vagas). Mato Grosso do Sul ocupa a quarta colocação com saldo de 41 empregos. Apenas estes estados tiveram saldo positivo em todo o País.

Enquanto 5.595 pessoas foram contratadas com carteira assinada no Tocantins em outubro, outros 5.548 trabalhadores foram desligados no mesmo período. A variação relativa é de 0,03% em relação ao mês anterior. O saldo acumulado entre janeiro e outubro deste ano é de 949 postos de trabalho. Já nos últimos doze meses, o balanço é negativo em menos 2,9 mil vagas.

Cidades

Entre as sete maiores cidades tocantinenses apenas Porto Nacional e Gurupi registraram saldo de vagas positivo com 83 e 30 vagas respectivamente. No final da lista estão Araguaína, com saldo negativo de 77 empregos. Paraíso do Tocantins e Palmas ocupam o penúltimo lugar, ambas registram 51 postos a menos em outubro. Colinas do Tocantins (-19 vagas) e Araguatins (-3) completam o ranking.

Brasil

O Brasil fechou em outubro 169.131 postos de trabalho com carteira assinada. Este foi o sétimo mês seguido de fechamento de vagas formais. Os números representam a menor geração de empregos para o outubro desde 1992, quando se iniciou a série histórica. O total resulta da diferença entre admissões (1.237.454) e demissões de trabalhadores (1.406.585).