Polí­tica

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O vereador Milton Neris (PR) da base de apoio ao prefeito Carlos Amastha (PSB), cobrou na sessão desta terça-feira, 24, resultados do Instituto Municipal de Planejamento Urbano de Palmas (IMPUP) com relação à revisão do Plano Diretor da capital. “Porque o Instituto de Planejamento não está atento a essas coisas? o projeto da ferrovia, do pátio multimodal das empresas que estão se instalando aqui não é de ontem! Todos sabiam que grandes armazéns iriam se instalar do outro lado (distrito de Luzimangues) e sabem que Palmas está integrada nesse processo”, disse.

No mês passado, a Prefeitura de Palmas, atendendo à recomendação do Ministério Público Estadual (MPE) de aprofundar os debates sobre a revisão do Plano Diretor de Palmas, cancelou as audiências públicas previstas para acontecerem nos dias 14, 15 e 16 de outubro. 

Segundo o parlamentar,  é preciso que a gestão municipal da capital acelere o processo de revisão do Plano Diretor de Palmas. “É preciso acelerar o processo de revisão do plano diretor para discutir área de influência da rodovia. Isso é um absurdo”, disse, ao cobrar agilidade também por parte dos engenheiros e arquitetos da Prefeitura de Palmas.

“Está na hora de botar fogo nesse povo para sair do lugar, ou vamos acabar a legislatura sem resolver nada dessa cidade”, voltou a cobrar, questionando ainda a demora para regularização do Setor Irmã Dulce dentre outros. “Estamos pagando o Impup para isso, não estamos pedindo favor”, chegou a dizer. O instituto é presidido pelo arquiteto e urbanista Luiz Masaru Hayakawa. 

Críticas

O prefeito Carlos Amastha (PSB) foi alvo de críticas por parte do vereador Lúcio Campelo (PR) contra quem o gestor ingressou com ações na justiça. “Na peça jurídica que ele colocou, ele está mentindo para o povo porque diz que mora no Taquari, mas no processo o endereço dele está na 204 Sul, Lote 22, Edifício Galápagos. Com as próprias mãos ele está mentindo para o povo”, disse.

Outro questionamento do vereador da tribuna é sobre a adesão de ata no valor de quase R$ 12 milhões para eventos no próximo ano. “É um absurdo, Palmas não tem dinheiro para jogar fora. R$ 12 milhões para evento é demais”, questionou.