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As fusões de quatro secretarias e uma autarquia geraram uma redução de 40 cargos comissionados, proporcionando uma economia mensal de R$ 288.000,00, um impacto de R$ 3,5 milhões em um ano. O secretário estadual da Administração, Geferson Barros, acrescentou que contabilizando as extinções da Secretaria de Representação do Estado em Brasília e reformulações na estrutura a extinção chega a 68 cargos, que gerarão uma economia de R$ 5,9 milhões em 2016.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura teve o maior corte de gastos.

A reestruturação permitiu ao Executivo reduzir cargos com os maiores salários, como o de secretário, que conta com um salário de R$ 13,5 mil (DAS 1), o de subsecretário e presidente de autarquia (DAS 2), com remuneração de R$ 10 mil, e as superintendências (DAS 3), com salário de R$ 9,5 mil.

Os cargos comissionados que estão vagos não serão providos, conforme foi anunciado pelo secretário da Administração, Geferson Barros no dia do anuncio das medidas e novo modelo de gestão.

O governo já confirmou que deve cortar 1,2 mil contratos, podendo alcançar um número ainda maior. A economia estimada é de  R$ 4 milhões por quadrimestre, somando R$ 12 milhões no ano.

Por: Redação

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