Saúde

Foto: Josy Karla

Profissionais que atuam na atenção primária nos 139 municípios tocantinenses e nos hospitais maternidades do Estado participam até sexta-feira,11, das 16 às 18 horas, da webconferência sobre "Fluxos oficiais de atendimento e acompanhamento dos casos de zika e microcefalia: gestantes e recém-nascidos". A webconferência é realizada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e é transmitida pelo Telessaúde–TO na Universidade Federal do Tocantins (UFT) no Bloco Bala 01.  

Ação faz parte das cinco webconferências que serão realizadas, e cada município é responsável pelos pontos de conexão com internet para acesso a ação. As webconferências são destinadas aos profissionais que atuam nas Unidades de Saúde da Família (Estratégia Saúde da Família e Estratégia Agentes Comunitários de Saúde), unidades especializadas e hospitais municipais e estaduais.

Segundo o técnico da área de Saúde da Mulher, Rogério Carvalho de Figueiredo, a webconferência apresenta fluxos oficiais de atendimento e acompanhamento das gestantes com suspeita ou confirmação de zika e as crianças com suspeitas ou confirmação de microcefalia.

Na ocasião, a técnica da área de Atenção à Pessoa com Deficiência, Paola Cabral Grande Kreuscher, aborda o atendimento da criança no ambulatório de pediatria e neurologia e nos Centros Estadual de Reabilitação (CER). “Os centros são para avaliar a necessidade de reabilitação e estimulação precoce e os ambulatórios servem para confirmar ou descartar os casos de microcefalia. Está sendo um momento muito produtivo junto aos profissionais”, afirmou.

Microcefalia no Tocantins

Segundo a Seusa, até o dia 7 de março haviam sido notificados 125 casos de microcefalia no Estado. Destes, 108 continuam em investigação  e 17 foram descartados. Os casos de microcefalia incluídos no monitoramento são submetidos à avaliação de uma comissão médica e observa critérios definidos por protocolo elaborado pelo Ministério da Saúde, para investigação da possível relação do zika vírus com os casos.