Polí­tica

Foto: Esequias Araújo

Durante a sessão ordinária da Câmara de Palmas desta terça-feira, 15, o vereador professor Júnior Geo (Pros)) reforçou a necessidade do amplo debate acerca do Plano Municipal de Educação (PME). Para o parlamentar, votar favorável a todos os vetos do Executivo às emendas parlamentares significaria votar favorável ao retrocesso, uma vez que com as novas determinações, o documento deixa de atender a uma série de demandas de alunos e professores palmenses.

“Votar a favor de todos os vetos do prefeito significa votar a favor da falência da educação”, destacou Geo evidenciando que, além da ideologia de gênero, outros pontos estão em questão no documento enviado pelo gestor da Capital à Câmara de Palmas.

Com os vetos do Executivo, metas, estratégias e obrigações do município são retiradas. Na ocasião, Geo destacou principalmente que o novo posicionamento da gestão exclui a obrigatoriedade do transporte escolar para crianças de quatro e cinco anos de idade. Além disso, o parlamentar também evidenciou que com os vetos favoráveis, o município não precisará mais adequar escolas na zona rural para que as crianças tenham acesso à educação.

Votação

Em votação secreta, 11 vereadores posicionaram-se favoráveis a todos os vetos do Executivo Municipal. Os outros oito parlamentares votaram contrários às novas determinações da gestão municipal para o PME. Outros três vetos foram votados e mantidos pela maioria dos vereadores também na sessão desta terça-feira.

O projeto Carreira Justa também foi colocado em votação na Casa de Leis. Com o novo texto, a lei corrigiu o impasse do teto do auxílio alimentação, que implicava na diminuição do valor final recebido pelo servidor. Desta forma, Geo foi favorável, assim como os demais parlamentares da Casa de Leis, porém ressaltando ainda que o projeto não contemplou a todos os servidores, uma vez que os de nível superior não foram incluídos pela gestão, pois o repasse necessário para atender todas as categorias não foi feito.