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A senadora Kátia Abreu (PMDB) celebrou a assinatura do contrato e da ordem de serviço para elaboração de estudos, projetos básico e executivo do derrocamento do Pedral do Lourenço, em Marabá (PA). A obra vai possibilitar a hidrovia do Tocantins, luta de mais de dez anos da parlamentar. A assinatura foi feita pelos ministros dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, e da Integração Nacional, Helder Barbalho.

Ao viabilizar a navegação permanente na hidrovia Tocantins-Araguaia, a obra vai acelerar o desenvolvimento regional e permitir a implantação de um novo conceito logístico, integrando a hidrovia aos modais rodoviário e ferroviário e garantindo o escoamento da produção agrícola, pecuária e mineral, dentre outras, dos estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso. Questão  de que a senadora Kátia Abreu se ocupa há uma década, tendo mobilizado a presidente Dilma Roussef e empresários internacionais interessados em explorar o potencial da região, como presidentes de instituições financeiras internacionais e embaixadores de países, especialmente asiáticos.

A obra vai acelerar também o processo de desenvolvimento do Matopiba em função da diminuição do custo do transporte da produção para os portos do Pará e Maranhão e assim chegar a Europa, EUA e Ásia a preços mais competitivos.

“A hidrovia vai mudar a região, já temos o Ecoporto de Praia Norte, a ferrovia Norte-Sul e a BR-153 que vai ser duplicada. Com a hidrovia completamos os três modais de transporte, com ganhos inestimáveis aos produtores e à economia regional e do país e isto certamente vai gerar mais empregos, dinheiro e comida mais barata na mesa das pessoas”, disse Kátia Abreu, reforçando que não fosse a importância que a presidente Dilma Roussef deu ao projeto, entendendo a sua dimensão, o Pedral do Lourenço não seria retirado, estaria fora da agenda econômica e do governo federal, causando entraves ao desenvolvimento da região, agora alavancado pela criação do Matopiba, outro projeto da senadora Kátia Abreu tornado realidade pelo governo federal.

Dimensão - Ao abrir mais uma via regular para o escoamento da produção, a obra pode beneficiar também projetos financiados pelo Ministério da Integração, por meio dos Fundos de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Nordeste (FDNE) e do Centro-Oeste (FDCO), importantes instrumentos de promoção do investimento regional no Brasil. Essas ações são desenvolvidas nas áreas de atuação das Superintendências do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), do Nordeste (Sudene) e do Centro-Oeste (Sudeco).

A melhoria na navegabilidade da bacia do Tocantins-Araguaia também tende a favorecer pequenas comunidades agrícolas, como a do perímetro público de irrigação Luiz Alves do Araguaia, em implantação no estado de Goiás. Esse empreendimento, instalado nas planícies de inundação do Rio Araguaia, é utilizado para a cultura de arroz, soja, milho, abóbora, melancia e outros. O projeto tem duas etapas, que já estão em produção. São 2.900 hectares, que beneficiam a população do município de São Miguel do Araguaia e utilizam irrigação aproveitando a água do Araguaia.

Por: Redação

Tags: Kátia Abreu, Pedral do Lourenço