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Foto: Divulgação O corpo de Edymara foi encontrado em avançado estado de decomposição, em Palmas O corpo de Edymara foi encontrado em avançado estado de decomposição, em Palmas

A Defensoria Pública do Tocantins (DPE/TO), por meio da defensora e coordenadora do Núcleo da Diversidade Sexual (NUDIS), Valdete Cordeiro, manifestou repúdio a violência a qual as travestis são vitimas e em especial a forma brutal e violenta que fez mais uma vitima no Estado do Tocantins: a travesti Edymara, que teve seu corpo encontrado na quarta-feira, 13, em Palmas. "Resta claro que o preconceito e a discriminação fazem sim vitimas de crimes violentos e a inércia das autoridades somente contribui com mais vitimas", manifesta a DPE. 

A Defensoria Pública por meio do NUDIS informou que irá contribuir para que a justiça seja feita no caso e, na oportunidade, "exprime solidariedade a familiares e amigos da travesti Edymara", sustenta. 

O corpo de Edymar Mesquita Leão, 36 anos, nome social Edymara, foi encontrado morto, em avançado estado de decomposição, na cozinha de uma casa no setor Santo Amaro, na região norte de Palmas. Estava com uma corda amarrada no pescoço e em uma janela. Edymara trabalhava em um salão de beleza e não aparecia no local desde segunda-feira (11). 

De acordo com informações não oficiais, vizinhos disseram à polícia terem ouvido pedidos de socorro na manhã de segunda mas não foram averiguar. Havia sinais de luta corporal, no corpo da vítima.