Polí­cia

Foto: Divulgação Na última assembleia da classe, realizada em 10 de junho,  a base da Polícia Civil, por maioria, aprovou a integração do Sinpol ao Musme Na última assembleia da classe, realizada em 10 de junho, a base da Polícia Civil, por maioria, aprovou a integração do Sinpol ao Musme

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (Sinpol-TO) promove no dia 5 de agosto, Assembleia Geral Extraordinária, para definir sobre greve geral  dos servidores públicos, a partir de 9 de agosto. A paralisação, proposta pelo Movimento de União dos Servidores Públicos Civis  e Militares do Estado do Tocantins (Musme-TO), do qual o Sinpol-TO faz parte, deve ser deflagrada por causa do não pagamento do retroativo da data-base de 2015 e a implementação de 2016.

Na última assembleia da classe, realizada em 10 de junho, a base da Polícia Civil, por maioria, aprovou a integração do Sinpol ao Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins (Musme-TO) e rechaçou por unanimidade a proposta do Governo do Estado de parcelar em 28 vezes a data-base de 2015, e reafirmou que não abrirá mão do benefício de 2016.

Além de participar das mobilizações promovidas pelo Musme, cobrando os benefícios dos servidores, o Sinpol-TO entrou, por meio da Assessoria Jurídica (Escritório Manzano Advocacia), com uma Ação de Obrigação de Fazer com pedido Liminar e Bloqueio de Valores contra o governo do estado, visando o pagamento da data-base dos Policiais Civis, prevista na lei estadual 2.985/2015.

O processo está na 2ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas. Na ação, o Sinpol-TO pede o bloqueio de 60% de todas as receitas do estado, creditadas na conta corrente,  pelo tempo que for necessário,  para garantir o pagamento da correção anual dos salários dos Policiais Civis, dívida que está em torno de R$ 5.605.459,35.​

Por: Redação

Tags: Data Base, Musme, Sinpol