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A Comissão de Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas, por meio de Votação Paralela, será instalada nesta sexta-feira (29/7), às 15h30, no auditório do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), com a presença da presidente, desembargadora Ângela Prudente.

A comissão é composta por magistrados, servidores e representante do Ministério Público indicado pelo procurador Regional Eleitoral. Os trabalhos serão presididos pela juíza Silvana Maria Parfieniuk e terá o juiz Antiógenes Ferreira de Souza, como suplente.  

Votação Paralela

A votação paralela é realizada por meio de amostragem e serve para identificar o funcionamento das urnas eletrônicas, sob condições normais de uso. O procedimento ocorre no dia das eleições, com a participação de representantes de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Ministério Público, e é adotado pela Justiça Eleitoral para confirmar a segurança do equipamento.

Para a votação paralela, são sorteadas de duas a quatro urnas eletrônicas que são retiradas do local de votação na véspera da eleição e substituídas por outras. No mesmo dia e hora da votação oficial, fiscais verificam a assinatura digital dos programas e o resumo digital. Em seguida, os participantes, antes de votar na urna eletrônica, revelam aos fiscais em quem votarão e registram sua escolha também em um terminal de apuração independente da urna. 

Depois, é feita a comparação do resultado da votação revelado pelo participante com o resultado registrado no boletim de urna. Todos esses passos são filmados. O objetivo é mostrar que o que foi digitado no teclado da urna corresponde realmente à escolha do eleitor.