Economia

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A Elevada Carga Tributária continua sendo o principal problema enfrentado pelas indústrias do Tocantins, neste segundo trimestre de 2016, sendo mencionada por 56,4 % das empresas respondentes da pesquisa Sondagem Industrial realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) e Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Inadimplência dos Clientes também continua sendo uma dor de cabeça para os empresários: o entrave foi citado por 43,6% dos 55 empresários da amostra. EO terceiro problema mais citado foi o Alto Custo de Energia (30,9%).

Conforme a pesquisa, o Nível de Produção Industrial subiu de 40,2% para 48,1% o que mostra um crescimento de 7,9% do 1º para o 2º trimestre. O Número de Empregados das Indústrias também saltou de 38,3% para 46,1%, um incremento de 7,8%.

Em relação a Expectativa da Quantidade Exportada a pesquisa deste trimestre registrou 45,5 pontos, o que representa uma queda de mais de 18 pontos em relação ao trimestre passado (63,9). Em relação ao mesmo período de 2015, quando o indicador apresentava 63,9 pontos, a queda é de 24,3 pontos.

Ainda segundo a Sondagem Industrial, devido ao longo período de crise econômica e política que o Brasil enfrenta a confiança do empresário vem diminuindo. O indicador de Intenção de Investimento chegou a 28,7 pontos no 2º trimestre mostrando a falta de vontade dos empresários em investir em suas próprias empresas. Este indicador teve uma queda de 32,6 pontos desde outubro de 2014, sendo este o menor índice registrado.

Os indicadores das sondagens são apurados por meio de respostas a questionários online de empresários industriais selecionados pela CNI e mobilizados pelas federações de indústrias nos estados. São avaliados fatores como expectativas de investimentos nos próximos 6 meses, estoques das empresas, condições financeiras, principais problemas enfrentados, condições gerais da economia, utilização da capacidade instalada, entre outros. Os indicadores das pesquisas variam de 0 a 100 pontos. Valores maiores que 50 indicam expectativas de crescimento e abaixo disso pessimismo.

Por: Redação

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