Polí­tica

Foto: Divulgação Lúcio Campelo disse que o prefeito Amastha não cansa de mentir Lúcio Campelo disse que o prefeito Amastha não cansa de mentir

O vereador Lúcio Campelo (PR), fez críticas ao gestor de Palmas, Carlos Amastha, na sessão de hoje, 30, na Câmara. O parlamentar disse ter acompanhado propaganda eleitoral do prefeito na televisão, informando a construção de três escolas de tempo integral e 19 novas unidades de saúde na Capital, entre outras obras. "Eu não sei se esse ilusionismo, essa forma mágica de tentar enganar as pessoas, se vai chegar em 2 de outubro (data das eleições) com o aceite da sociedade. [...] Gostaria que ele mostrasse as escolas de tempo integral, as creches, as unidades de saúde que ele construiu com os quase R$ 400 milhões de crescimento da receita em três anos e meio. Ele não tem uma obra para mostrar", afirmou. 

Lúcio Campelo disse que o prefeito Amastha não cansa de mentir. "Não cansa de mentir, de enganar o povo. Venha aqui nessa tribuna e mostre o que foi executado com o recurso dos R$ 400 milhões", desafiou.

Lúcio lembrou que em 2013 foi aprovado na Câmara, sob a presidência do vereador Major Negreiros, empréstimo no valor de R$ 50 milhões para a pavimentação das quadras 1.003, 1.007 Sul, 1,103, 1.304 e 1.306 Sul e que as quadras continuam sem pavimentação. "E ele não sabe explicar onde estão os R$ 50 milhões. Falta comprometimento da gestão, falta comprometimento até em aplicar recursos federais que chegam em nossa cidade. Busca-se uma forma de fazer engodo e desviar os recursos dessa cidade", acusou Campelo. 

Educação 

O vereador Lúcio Campelo criticou também a falta de atenção a Educação. "As minhas crianças, as crianças dos filhos dos palmenses estão nas escolas morrendo de comer cuscuz. É difícil saber que o dinheiro está chegando do Fundeb, do FNDE e não está chegando na boca das crianças", afirmou. 

Lúcio Campelo disse ainda que o funcionalismo público é "extremamente" maltratado. "Maltratado por uma gestão que esse mês tirou a meritocracia. Estava na folha de pagamento e ele tirou para não pagar, porque não tem o dinheiro. O dinheiro do funcionalismo foi roubado, foi roubado para atender os interesses daqueles que fazem política", disse.