Polí­tica

Foto: Divulgação Ricardo Ayres pediu exoneração do cargo de secretário municipal para votar pedido de empréstimo na Assembleia Ricardo Ayres pediu exoneração do cargo de secretário municipal para votar pedido de empréstimo na Assembleia

O Diário Oficial do Município de Palmas/TO desta última terça-feira, 29, trouxe a publicação da exoneração, a pedido, do deputado estadual Ricardo Ayres (PSB) do cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Serviços Regionais.

Ao Conexão Tocantins, a assessoria do parlamentar confirmou que ele retornará nesta quarta-feira, 30, à Assembleia Legislativa, mas por pouco tempo. Isso porque Ricardo está deixando o cargo de secretário apenas para participar da votação, pela Assembleia, da autorização ao  Governo do Estado de contratar financiamento junto à Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 453 milhões.

A decisão, conforme o depuatdo, foi discutida e apoiada pelo prefeito Carlos Amastha (PSB)  e pelos prefeitos que o apoiam o deputado Alan Barbiero (PSB), seu suplente no Parlamento. "Devo retornar às minhas funções de secretário de Desenvolvimento Urbano quando aprovado e avaliadas minhas emendas pelas Comissões da AL, o que deve acontecer nesses próximos dias", disse.

Além do financiamento, o parlamentar quer aproveitar o retorno para defender outros projetos como a construção da ponte sobre o Rio Tocantins em Porto Nacional, a pavimentação da estrada da Barreira da Cruz em Lagoa da Confusão e da estrada que liga os municípios de Conceição do Tocantins à Taipas, bem como a estruturação fisica da Unitins. 

Financiamentos

Em julho o Parlamento autorizou a contratação de empréstimo pelo Executivo junto ao Banco do Brasil no valor de até R$ 146 milhões. Tanto este quanto o empréstimos junto à caixa foram alvo de grande polêmica e só chegaram ao ponto de votação após o Governo aceitar condições impostas pela Assembleia. 

No caso do financiamento junto à Caixa, sob a batuta do presidente da Casa, Mauro Carlesse (PHS), uma comissão, formada por deputados e prefeitos, definiu a distribuição dos recursos pleiteados pelo Governo, de tal modo que cada um dos 139 municípios do Estado será beneficiado com recurso da ordem de R$ 1 milhão.