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Foto: Nielcem Fernandes

Para melhorar as coberturas vacinais, manter controlada, eliminada ou erradicada doenças imunopreviníveis, gestores municipais, coordenadores de imunização e técnicos das salas de vacinas dos 139 municípios estiveram reunidos nesta terça-feira, 5, para falar sobre a microrregional da Campanha de Multivacinação 2017. O encontro teve como foco tratar da atualização da caderneta de vacina de menores de 15 anos não vacinados, a fim de completar o esquema vacinal de acordo com o Controle Nacional de Vacinação.

Conforme a enfermeira da gerência de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Vandecleia Luciano da Silva, são, ao todo, 19 vacinas ofertas, sendo 14 para menores de 5 anos e cinco para menores de 15 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias). Entre elas estão: Hepatite B, Pneumo 10, Meningocócica C, Rota Vírus, HPV, Febre Amarela, entre outras de rotina.  De 11 a 22 deste mês ocorre a Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da carteira de vacinação de crianças e adolescentes.

“Não há meta. A campanha ocorre de forma seletiva, ou seja, só quem ainda não foi vacinado e que está na faixa etária deve fazer a atualização”, destacou a enfermeira, acrescentando que no dia 16, quando ocorre o dia D, as 290 salas de vacinas do Estado estarão abertas das 7h30 às 18 horas. “Lembrando que público alvo também pode se vacinar nos outros dias da Campanha”, destacou.  

Vacina HPV

Este é o primeiro encontro focado na vacina HPV para meninos de 11 anos a 14 anos, 11 meses e 29 dias. “A imunização é dinâmica. A do HPV, por exemplo, houve esta atualização”, pontuou.

A técnica em enfermagem da Sala de Imunização de Miracema, Evanildes Gomes, destacou a relevância do encontro e da campanha. “Mais uma capacitação de extrema importância. Nosso objetivo é resgatar os não vacinados e atualizar os demais. Estaremos prontos para atender a toda demanda”, disse.

A enfermeira e coordenadora de Imunização de Gurupi, região Sul do Estado, Lana Quirino, falou sobre a importância dos pais levarem os filhos às Unidades Básicas de Saúde (UBS). “É um direito das crianças de serem vacinadas e se evitarem doenças imonopreviníveis”, frisou, acrescentando que o Cartão de Vacina é um documento pessoal e deve acompanhar as crianças e adolescentes a todo o momento.