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O Foro de Guaraí deu início na manhã da última segunda-feira (27/11), à programação da Semana Nacional da Conciliação. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), conta com mais de 370 audiências em pautas. As atividades se estenderão até dia 1° de dezembro.

Um dos conciliadores voluntários, Paulo de Tarso Costa Vasconcelos Junior, atua pelo segundo ano consecutivo e disse que é uma satisfação dar sua contribuição para este momento ímpar do Poder Judiciário Brasileiro. “A resolução do conflito de forma amigável é fantástica. Aqui temos a oportunidade de dar voz às partes que de fato são protagonistas de todo e qualquer processo”, ressaltou.

A escrivã do Centro de Conciliação, Carla Reis, destaca que há um esforço concentrado para a realização da semana. “Acreditamos que dessa forma podemos equacionar com celeridade e eficiência o maior número de audiências possível”, afirmou.

As conciliações estão sendo realizadas por seis bancas distintas, e estão operacionalizando os acordos de maneira simultânea, com atuação de conciliadores. O juiz coordenador do Cejusc, Fábio Costa Gonzaga, aguarda os resultados positivos na semana. “Eu espero que a Semana da Conciliação realizada aqui em Guaraí, busque conscientizar a população a respeito da resolução acordada das controvérsias” disse o magistrado.

 Para a Semana Nacional de Conciliação a pauta já está fechada, mas caso a pessoa tenha interesse em conciliar, é preciso ir até o Cejusc para comunicar que deseja fazer um acordo. Após a solicitação, será realizado um agendamento.

 Semana

Durante a semana, vários tipos de conflitos poderão ter uma solução por meio de acordo, como pensão alimentícia; guarda dos filhos; divórcio; partilha de bens; acidentes de trânsito; dívidas em bancos; danos morais e entre outros.

A XII Semana Nacional da Conciliação do Poder Judiciário é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça e acontecerá em todo o território nacional. O slogan da Campanha deste ano é “Conciliar: nós concordamos”. O objetivo é promover a conciliação e demonstrar que a decisão de conciliar é das partes envolvidas e só acontece se houver comum acordo.