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Foto: Divulgação Segundo o parlamentar precisamos debater para evitar que ocorra em Palmas, o mesmo que acontece em grandes centros urbanos Segundo o parlamentar precisamos debater para evitar que ocorra em Palmas, o mesmo que acontece em grandes centros urbanos

Audiência pública solicitada à Câmara Municipal de Palmas pelo vereador professor Júnior Geo (PROS) foi realizada na manhã desta quinta-feira, 15. A audiência era para discutir o abastecimento de água no município, e a preservação das nascentes dos rios que abastecem a cidade. Na ocasião, estiveram presentes representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e membros da sociedade palmense.

Segundo o parlamentar, é importante discutir e adotar medidas de prevenção para que futuramente não ocorram problemas de desabastecimento no município. “Precisamos debater para evitar que ocorra em Palmas, o mesmo que acontece em grandes centros urbanos. Espero que possamos sair daqui com propostas concretas de ações que visem à proteção em especial das nossas nascentes”, destacou o vereador.

“O objetivo da audiência é buscar propostas concretas para que se possam trazer soluções de prevenção para as nascentes dos rios que abastecem o nosso município. A preocupação não deve ser apenas em relação à produção agrícola que ocorre próximo às nascentes, mas também de todos nós, de todos que estão em busca de algo salutar para os problemas de abastecimento de água em Palmas”, enfatizou Geo.

Na oportunidade, o vereador ainda ressaltou a preocupação em relação ao desgaste que as nascentes do município vêm sofrendo por conta do desmatamento. “A preocupação é eminente em relação à contaminação e ao desmatamento que está ocorrendo nas bacias do município. A vegetação do cerrado tem como característica raízes profundas e durante todo o período de estiagem ela não perde folhas, exatamente porque consegue puxar água dos aquíferos. Quando há o desmatamento, o abastecimento dos aquíferos passa a ser prejudicado. O desmatamento, de uma forma geral é extremamente prejudicial à sociedade como um todo. A preocupação é constante porque sempre a questão econômica está neste país à frente da questão ambiental, esse é um grande problema que nós temos no Brasil”, afirmou.